terça-feira, 18 de setembro de 2007

Plenário Descentralizado de Dirigentes e Delegados Sindicais STAL/Sul


Na próxima sexta-feira, 21 de Setembro, realiza-se pelas 10 Horas, no Instituto Politécnico de Beja um Plenário Descentralizado de Dirigentes e Delegados Sindicais do STAL/Sul.

Esta iniciativa tem por principal objectivo a mobilização e participação de todos os trabalhadores, tendo em vista o conjunto de lutas agendadas ou a agendar num futuro próximo, com particular destaque para a Manifestação Nacional da CGTP-IN de 18 de Outubro em Lisboa.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Manifestação 18 de Outubro, Lisboa

No próximo dia 18 de Outubro realizar-se-á no Parque das Nações, Lisboa, a Manifestação por uma Europa Social, Emprego com Direitos.
Os sucessivos governos, ao longo dos anos têm aplicado políticas, as quais têm construído uma sociedade cada vez mais injusta, intolerante e precária. Cada vez é mais difícil viver em Portugal, os salários são reduzidos, o acesso à Educação, Saúde e apoios sociais, são miragens. Neste contexto exigimos mudanças que impliquem um real crescimento económico, qualidade de emprego, inclusão social, “real” igualdade de oportunidades, protecção social, dignidade para quem trabalha e para quem trabalhou.
Para realizar esses designios, agora e mais do que nunca é preciso lutar, participando activamente nas manifestações e plenários, mobilizando o colectivo para um combate comum: a luta contra as políticas que promovem a exploração, desigualdades e injustiças sociais.

A partir de hoje e até 18 de Outubro, apresentaremos aqui toda a informação relativa à manifestação de Lisboa, para a qual contamos com a tua presença.

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

DESEMPREGO E PRECARIEDADE CONTINUAM A CRESCER



Desemprego e precariedade continuam a crescer
Há menos empregos em todos os sectores

cgtp exige mudança de políticas


A CGTP-IN encara com muita preocupação o agravamento da situação do mercado de emprego no 2º trimestre de 2007. Os dados do INE tornados públicos hoje revelam que houve um agravamento da taxa de desemprego 0,6 pontos percentuais face ao trimestre homólogo, uma quebra de 0,5% no emprego e um aumento de quase 78 mil no número de trabalhadores precários em apenas um ano.

A taxa de desemprego situa-se agora nos 7,9%, sendo já a quinta mais alta entre os vinte e sete países da União Europeia que, na sua maioria, vêem descer o nível de desemprego. As mulheres continuam a ser as mais afectadas pelo desemprego, tendo passado a ter um peso de 56% no desemprego total e uma taxa de desemprego de 9,4%. Preocupante é ainda o facto do desemprego ter aumentado mais entre as camadas etárias potencialmente mais activas (até aos 35 anos) e entre os licenciados, cujo aumento foi de 25%.

A quebra do emprego verificou-se em todos os sectores de actividade, com destaque para a Administração Pública (menos 10,5%, correspondendo a menos 38 mil empregos), os transportes e comunicações (menos 6%), a educação (menos 3,2%), a indústria transformadora (2,4%) e comércio (menos 2,3%). Os grupos profissionais mais qualificados foram os mais atingidos pelas perdas de emprego, nomeadamente entre os quadros superiores do sector público e privado, com menos 48 mil empregos. Como consequência, a taxa de emprego regrediu face ao mesmo trimestre de 2006.

A juntar à difícil situação em que vivem os mais 440 mil desempregados, há agora quase 864 mil trabalhadores com trabalhos precários, com o seu peso a aumentar para os 22,2% face aos 20,2% observados no 2º trimestre de 2006.

Esta evolução não pode ser desligada do fraco crescimento económico que se tem verificado, em grande medida agravado pelas políticas económicas desastrosas conduzidas pelo Governo PS. Os tão prometidos 150 mil postos de trabalho são cada vez mais uma miragem.

Repare-se que, no 2º trimestre deste ano, o PIB cresceu em apenas 1,6%, muito abaixo dos 2,8% da União Europeia, acentuando o diferencial já verificado no 1º trimestre, contribuindo certamente para que 2007 seja mais um ano de divergência em relação a esse espaço.

Estancar o desemprego e fazer crescer o emprego só será possível se houver inversão das políticas económicas que originam esta preocupante realidade.

DIF/CGTP-IN

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Protesto e Apelo em defesa das liberdades democráticas

A comissão sindical informa que está desde hoje ( 8 de Agosto) a circular pelos diversas secções de trabalho deste Município, o abaixo assinado referente à “Defesa das liberdades democráticas”, do qual transcrevemos a sua introdução.

Protesto e Apelo em Defesa das Liberdades Democráticas

Os cidadãos que, residindo e trabalhando em Guimarães, estiveram presentes na Concentração de 7 de Outubro de 2006, em frente ao Centro Cultural Vila Flor naquela cidade;
E os muitos cidadãos que não tendo estado na citada Concentração, comungam a mesma grande preocupação pelo clima de intimidação que hoje se vive e as repetidas ameaças à liberdade de manifestação e ao direito de opinião, bem patentes numa sucessão de factos e actos persecutórios amplamente divulgados pela comunicação social e nos quais se inclui o processo em curso contra alguns dirigentes sindicais que também estiveram na Concentração de 7 de Outubro de Guimarães.

1. Manifestam a mais viva indignação e protesto pelas diligências em curso no âmbito judicial, iniciadas por determinação do Governador Civil de Braga, contra estes cidadãos que se limitaram a exercer de forma pacífica um direito constitucional;
2. Apelam à indignação e protesto de muitos outros cidadãos de todo o país contra todas as formas de deriva autoritária e actos de limitação de liberdades e direitos fundamentais, que põem em causa as Liberdades Democráticas consagradas na Constituição da República Portuguesa e matriz essencial do Regime Democrático instaurado há mais de 33 anos com a Revolução do 25 de Abril.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

"Contra o medo, liberdade"

Num país amordaçado, em que se instalou lentamente um clima de medo e suspeita, a fazer lembrar ( embora não os tenha felizmente vivido) os terríveis anos de ditadura, junta-se à nossa luta diária, a voz de Manuel Alegre. Aqui ficam excertos do seu artigo de opinião no Jornal "PÚBLICO".

"Os que negam a liberdade aos outros não a merecem para si"

Abraham Lincoln

“Nasci e cresci num Portugal onde vigorava o medo. Contra eles lutei a vida inteira. Não posso ficar calado perante alguns casos ultimamente vindos a público. Casos pontuais, dir-se-á. Mas que têm em comum a delação e a confusão entre lealdade e subserviência. Caso pontuais que, entretanto, começam a repetir-se. Não por acaso ou coicidência. Mas porque há um clima propício a comportamentos com raízes profundas na nossa história, desde os esbirros do Santo Ofício até aos bufos da PIDE. Casos pontuais em si mesmos inquietantes. E em que é tão condenável a denúncia como a conivência perante ela.
Não vivemos em ditadura, nem sequer é legitimo falar de deriva autoritária. As instituições democráticas funcionam. Então porquê a sensação de que nem sempre convém dizer o que se pensa’ Porquê o medo? De quem e de quê? Talvez os fantasmas estejam na própria sociedade e sejam fruto da inexistência de uma cultura de liberdade individual”…

“…Medo de falar e de tomar livremente posição. Um medo resultante da dependência e de uma forma de vida partidária reduzida a seguir os vencedores (nacionais e locais) para assim conquistar ou não perder posições (ou empregos). Medo de pensar pela própria cabeça, medo de discordar, medo de não ser completamente alinhado…”

“…Há é claro, o álibi do Governo e da necessidade de reduzir o défice para respeitar os compromissos assumidos com Bruxelas. O Governo é condicionado a aplicar medidas decorrentes de uma Constituição económica europeia não escrita, que obriga os governos a atacar o seu próprio modelo social, reduzindo os serviços públicos, sobrecarregando os trabalhadores e as classes médias, que são pilares da democracia, impondo a desregulação e a flexisegurança e agravando o desemprego, a precariedade e as desigualdades.”…

domingo, 22 de julho de 2007

Este Governo cheira a MOFO

sábado, 21 de julho de 2007

Para reflectir

Que democracia precisa de “raptar” simpatizantes de todo o país, para embandeirar uma vitória eleitoral local?

terça-feira, 17 de julho de 2007

Manifestação 12 de Julho



Mais de dez mil trabalhadores e activistas sindicais da Administração Pública desfilaram na passada quinta-feira, 12 de Julho, em Lisboa, numa grande manifestação de protesto contra o Governo de Sócrates e a sua política de ataque aos direitos laborais e sociais.

Durante esta semana está prevista uma vigília de três dias, com acampamento, frente à Assembleia da República, que discute o diploma de vínculos, carreiras e remunerações.
Resolução aprovada:

terça-feira, 10 de julho de 2007

Informação/Manifestação

A Comissão Sindical de Borba informa todos os trabalhadores que a partida para a manifestação de 12 de Julho será frente ao edifício da Câmara Municipal, pelas 10:00.
A Comissão Sindical

Manifestação 12 de Julho, Lisboa