quarta-feira, 28 de abril de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Abaixo-assinado contra a Precariedade
Está a percorrer as diversas secções de trabalho, um abaixo-assinado de combate à precariedade e aos baixos salários:
Excelentíssimo Senhor
Presidente da Assembleia da República
Em Portugal existe uma verdadeira praga de recibos verdes, de contratos a termo ilegais e de contratos de trabalho temporário usados de forma abusiva, em clara violação da lei.
Há cerca de 1 milhão e 400 mil pessoas com vínculos de trabalho precário, com salários de miséria e, na sua maioria ilegais, uma vez que a maior parte destes trabalhadores desempenha funções de carácter permanente e indesvendáveis nas empresas e serviços da Administração Publica e, no caso dos recibos verdes, em condições que indiciam a existência de verdadeiros contratos de trabalho por conta de outrem.
Esta situação resulta, em boa parte, da ineficácia do Estado e particularmente da Inspecção do Trabalho, que não desempenham a sua missão de fazer cumprir as leis do trabalho. Por esta razão, os vínculos laborais precários, tidos pela lei como um regime de excepção, transformaram-se ilegalmente numa regra que atinge mais de 50% dos jovens até aos 24 anos.
As novas gerações, que são o futuro do nosso país, vivem a angústia de não saber se amanhã terão emprego, alternando constantemente entre o trabalho precário e o desemprego, numa situação de permanente instabilidade que não lhes permite organizar com segurança nem a sua vida profissional nem a sua vida pessoal e familiar.
É tempo de mudar e de pôr fim à ilegalidade!
Assim, ao abrigo do direito de petição previsto na Lei nº43/90, de 10 de Agosto, os abaixo-assinados solicitam:
Para um posto de trabalho permanente
Um vínculo de trabalho efectivo!
Excelentíssimo Senhor
Presidente da Assembleia da República
Em Portugal existe uma verdadeira praga de recibos verdes, de contratos a termo ilegais e de contratos de trabalho temporário usados de forma abusiva, em clara violação da lei.
Há cerca de 1 milhão e 400 mil pessoas com vínculos de trabalho precário, com salários de miséria e, na sua maioria ilegais, uma vez que a maior parte destes trabalhadores desempenha funções de carácter permanente e indesvendáveis nas empresas e serviços da Administração Publica e, no caso dos recibos verdes, em condições que indiciam a existência de verdadeiros contratos de trabalho por conta de outrem.
Esta situação resulta, em boa parte, da ineficácia do Estado e particularmente da Inspecção do Trabalho, que não desempenham a sua missão de fazer cumprir as leis do trabalho. Por esta razão, os vínculos laborais precários, tidos pela lei como um regime de excepção, transformaram-se ilegalmente numa regra que atinge mais de 50% dos jovens até aos 24 anos.
As novas gerações, que são o futuro do nosso país, vivem a angústia de não saber se amanhã terão emprego, alternando constantemente entre o trabalho precário e o desemprego, numa situação de permanente instabilidade que não lhes permite organizar com segurança nem a sua vida profissional nem a sua vida pessoal e familiar.
É tempo de mudar e de pôr fim à ilegalidade!
Assim, ao abrigo do direito de petição previsto na Lei nº43/90, de 10 de Agosto, os abaixo-assinados solicitam:
Para um posto de trabalho permanente
Um vínculo de trabalho efectivo!
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sábado, 3 de abril de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
Manifestação Nacional de Jovens Trabalhadores
A vontade, força e determinação da juventude trabalhadora, ficou uma vez mais vincada na passada sexta-feira, na manifestação nacional de jovens trabalhadores. Comemorando o Dia Nacional da Juventude – 28 de Março – os jovens saíram à rua reivindicando melhores condições laborais, exigindo o combate aos baixos salários, ao desemprego e ao trabalho precário. A luta continua!
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quinta-feira, 25 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
Ecos da Imprensa
Para quem ainda não percebeu para onde vão os prémios de desempenho. Para quem ainda não compreendeu para onde vai o nosso dinheiro. Para quem ainda tem dúvidas.
Consultem aqui
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quinta-feira, 4 de março de 2010
GREVE NACIONAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 4 de MARÇO de 2010
Com uma adesão global que superou os 75 por cento na Administração Local (dados disponíveis em www.stal.pt e www.drstalevora.blogspot.com), a Greve convocada pela Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública constituiu uma poderosa demonstração da capacidade de luta dos trabalhadores e do descontentamento crescente face às políticas de direita levadas a cabo pelo Governo PS de Sócrates.
O STAL saúda a determinação e a unidade de milhares de trabalhadores de todo o sector nas autarquias, bombeiros, escolas, empresas municipais e privadas - que de forma abnegada contribuíram para o êxito desta greve, pesem embora as difíceis condições financeiras que atravessamos e, nalguns casos, as pressões inadmissíveis que muitos autarcas e chefias teimam em manter sobre os trabalhadores.
A greve fez-se sentir um pouco por todo o País, teve uma forte incidência na recolha de resíduos sólidos, nos sectores operários, auxiliar, técnicos e administrativos, o que levou ao encerramento de inúmeros serviços e secções das autarquias locais, particularmente de atendimento ao público, bem como juntas de freguesia. Também as empresas municipais e privadas que operam no sector foram fortemente afectadas.
No distrito de Évora, os dados de adesão à Greve dos trabalhadores da Administração Local, confirmam que esta constituiu a maior greve dos últimos anos, com uma forte adesão dos trabalhadores do sector e uma forte consciência da necessidade de defesa dos seus interesses de classe. Verificou-se assim, o encerramento de muitos Edifícios dos Paços do Concelho, secções de Recolha de Lixo, Estaleiros, Bibliotecas, Escolas, Refeitórios, Mercados, Piscinas, Juntas de Freguesia e outras instalações municipais. Neste dia, não houve recolha de lixo na maior parte dos concelhos (8 dos 14 Municípios do distrito), 47 estabelecimentos escolares (do pré-escolar ao 3º Ciclo) não tiveram aulas, dezenas de escolas abertas sem refeições e sem pessoal auxiliar.
Ver comunicado completo e dados de adesão do distrito de Évora aqui
O STAL saúda a determinação e a unidade de milhares de trabalhadores de todo o sector nas autarquias, bombeiros, escolas, empresas municipais e privadas - que de forma abnegada contribuíram para o êxito desta greve, pesem embora as difíceis condições financeiras que atravessamos e, nalguns casos, as pressões inadmissíveis que muitos autarcas e chefias teimam em manter sobre os trabalhadores.
A greve fez-se sentir um pouco por todo o País, teve uma forte incidência na recolha de resíduos sólidos, nos sectores operários, auxiliar, técnicos e administrativos, o que levou ao encerramento de inúmeros serviços e secções das autarquias locais, particularmente de atendimento ao público, bem como juntas de freguesia. Também as empresas municipais e privadas que operam no sector foram fortemente afectadas.
No distrito de Évora, os dados de adesão à Greve dos trabalhadores da Administração Local, confirmam que esta constituiu a maior greve dos últimos anos, com uma forte adesão dos trabalhadores do sector e uma forte consciência da necessidade de defesa dos seus interesses de classe. Verificou-se assim, o encerramento de muitos Edifícios dos Paços do Concelho, secções de Recolha de Lixo, Estaleiros, Bibliotecas, Escolas, Refeitórios, Mercados, Piscinas, Juntas de Freguesia e outras instalações municipais. Neste dia, não houve recolha de lixo na maior parte dos concelhos (8 dos 14 Municípios do distrito), 47 estabelecimentos escolares (do pré-escolar ao 3º Ciclo) não tiveram aulas, dezenas de escolas abertas sem refeições e sem pessoal auxiliar.
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
A Verdade

No passado dia 5 de Fevereiro, 50.000 trabalhadores da Administração Pública saíram à rua exigindo melhores condições laborais. Gritaram bem alto que não querem continuar a pagar a crise perpetuada por outros.
Os sacrifícios pedidos aos trabalhadores são em verdade, meras manobras de diversão para encobrir a ânsia do controlo financeiro e económico. A especulação e seus ganhos estão à vista de todos:
• Em 2009 os quatro maiores bancos privados a operar no mercado nacional lucraram 1,4 mil milhões de euros, mais 14% que em 2008. Um montante que serviria para financiar a construção de dez barragens. (Fonte Jornal de Noticias)
• A EDP lucrou nos primeiros 9 meses de 2009, 835 milhões de euros – graças ao aumento da electricidade em 2,9% – destinando 748 milhões de euros para os respectivos accionistas, metade dos quais estrangeiros. (Fonte Frente Comum)
Na verdade, enquanto uns lucram, outros sobrevivem:
• A pobreza atinge 2,0 milhões de portugueses; (Fonte CGTP)
• O Rendimento Social de Inserção beneficia 152.421 famílias, mais 23.858 do que o ano anterior; (Fonte Público)
• O desemprego alcançou 10,5 % no 4º trimestre de 2009 – o grupo mais afectado pelo desemprego são os jovens (25-34 anos), registando-se um aumento de 23,3%; (Fonte INE)
• 1 Milhão e 200 mil trabalhadores são precários; (Fonte INE)
A verdade não está expressa no Orçamento de Estado para 2010. Atendendo ao actual contexto, deveria este, traçar medidas que assumissem a salvaguarda dos trabalhadores. No entanto, as suas propostas reforçam a desigualdade e o retrocesso social. Veja-se o congelamento de salários – sina em ano sem eleições – e a retirada de direitos na aposentação aos trabalhadores da Administração Pública. Estas preocupações juntam-se a tantas outras, na recuperação do vínculo público, na efectivação de direitos, na luta contra o trabalho precário, na suspensão do SIADAP e abolição das quotas na avaliação de desempenho. No dia 4 de Março estaremos em greve. Nesse dia teremos a oportunidade de dizer basta. Basta de injustiça, basta de despesismo imoral, basta de mentira. É verdade que é possível, emprego público com direitos, sem exploração e precariedade. É verdade que é possível, salários e pensões dignos, com reposição do poder de compra perdido. É verdade que é possível, a manutenção do horário de 35 horas semanais e 7 diárias, contra a adaptabilidade e a desumanidade da flexibilidade. É verdade que é possível, a reposição das condições dignas de aposentação, anteriores a 2004. É verdade que é possível abandonar a actual estratégia privatizadora dos sectores da água, saneamento e resíduos sólidos e promover serviços públicos de qualidade para todos. É verdade que é possível a mudança, a começar já dia 4 de Março, com a Greve Nacional da Administração Pública.
Os sacrifícios pedidos aos trabalhadores são em verdade, meras manobras de diversão para encobrir a ânsia do controlo financeiro e económico. A especulação e seus ganhos estão à vista de todos:
• Em 2009 os quatro maiores bancos privados a operar no mercado nacional lucraram 1,4 mil milhões de euros, mais 14% que em 2008. Um montante que serviria para financiar a construção de dez barragens. (Fonte Jornal de Noticias)
• A EDP lucrou nos primeiros 9 meses de 2009, 835 milhões de euros – graças ao aumento da electricidade em 2,9% – destinando 748 milhões de euros para os respectivos accionistas, metade dos quais estrangeiros. (Fonte Frente Comum)
Na verdade, enquanto uns lucram, outros sobrevivem:
• A pobreza atinge 2,0 milhões de portugueses; (Fonte CGTP)
• O Rendimento Social de Inserção beneficia 152.421 famílias, mais 23.858 do que o ano anterior; (Fonte Público)
• O desemprego alcançou 10,5 % no 4º trimestre de 2009 – o grupo mais afectado pelo desemprego são os jovens (25-34 anos), registando-se um aumento de 23,3%; (Fonte INE)
• 1 Milhão e 200 mil trabalhadores são precários; (Fonte INE)
A verdade não está expressa no Orçamento de Estado para 2010. Atendendo ao actual contexto, deveria este, traçar medidas que assumissem a salvaguarda dos trabalhadores. No entanto, as suas propostas reforçam a desigualdade e o retrocesso social. Veja-se o congelamento de salários – sina em ano sem eleições – e a retirada de direitos na aposentação aos trabalhadores da Administração Pública. Estas preocupações juntam-se a tantas outras, na recuperação do vínculo público, na efectivação de direitos, na luta contra o trabalho precário, na suspensão do SIADAP e abolição das quotas na avaliação de desempenho. No dia 4 de Março estaremos em greve. Nesse dia teremos a oportunidade de dizer basta. Basta de injustiça, basta de despesismo imoral, basta de mentira. É verdade que é possível, emprego público com direitos, sem exploração e precariedade. É verdade que é possível, salários e pensões dignos, com reposição do poder de compra perdido. É verdade que é possível, a manutenção do horário de 35 horas semanais e 7 diárias, contra a adaptabilidade e a desumanidade da flexibilidade. É verdade que é possível, a reposição das condições dignas de aposentação, anteriores a 2004. É verdade que é possível abandonar a actual estratégia privatizadora dos sectores da água, saneamento e resíduos sólidos e promover serviços públicos de qualidade para todos. É verdade que é possível a mudança, a começar já dia 4 de Março, com a Greve Nacional da Administração Pública.
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Petição em Defesa da Água Pública
(...) "É urgente travar o negócio da água, através da privatização de serviços e infra-estruturas municipais das águas e saneamento. A privatização da água liquidará o papel do Estado num sector estratégico da economia e permitirá obter o domínio monopolista dos grupos privados sobre o mercado, regulando arbitrariamente o seu uso, impondo condições e preços aos agentes económicos que serão repercutidos nas famílias.
Com a privatização da água serão eliminadas as garantias de orientação da sua gestão por valores de equidade económica e social e suprimidos os princípios da coesão nacional e territorial, de solidariedade intergeracional e de responsabilidade ambiental.
É urgente a afirmação inalienável do princípio da manutenção do sistema e da gestão pública da água, um bem que é de todos. (...)
Lê aqui texto completo da petição e contribui com a tua assinatura para esta luta
Com a privatização da água serão eliminadas as garantias de orientação da sua gestão por valores de equidade económica e social e suprimidos os princípios da coesão nacional e territorial, de solidariedade intergeracional e de responsabilidade ambiental.
É urgente a afirmação inalienável do princípio da manutenção do sistema e da gestão pública da água, um bem que é de todos. (...)
Lê aqui texto completo da petição e contribui com a tua assinatura para esta luta
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