sábado, 15 de maio de 2010

terça-feira, 4 de maio de 2010

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Comemorações 1º de Maio em Vila Viçosa

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Abaixo-assinado contra a Precariedade

Está a percorrer as diversas secções de trabalho, um abaixo-assinado de combate à precariedade e aos baixos salários:

Excelentíssimo Senhor
Presidente da Assembleia da República
Em Portugal existe uma verdadeira praga de recibos verdes, de contratos a termo ilegais e de contratos de trabalho temporário usados de forma abusiva, em clara violação da lei.

Há cerca de 1 milhão e 400 mil pessoas com vínculos de trabalho precário, com salários de miséria e, na sua maioria ilegais, uma vez que a maior parte destes trabalhadores desempenha funções de carácter permanente e indesvendáveis nas empresas e serviços da Administração Publica e, no caso dos recibos verdes, em condições que indiciam a existência de verdadeiros contratos de trabalho por conta de outrem.

Esta situação resulta, em boa parte, da ineficácia do Estado e particularmente da Inspecção do Trabalho, que não desempenham a sua missão de fazer cumprir as leis do trabalho. Por esta razão, os vínculos laborais precários, tidos pela lei como um regime de excepção, transformaram-se ilegalmente numa regra que atinge mais de 50% dos jovens até aos 24 anos.

As novas gerações, que são o futuro do nosso país, vivem a angústia de não saber se amanhã terão emprego, alternando constantemente entre o trabalho precário e o desemprego, numa situação de permanente instabilidade que não lhes permite organizar com segurança nem a sua vida profissional nem a sua vida pessoal e familiar.

É tempo de mudar e de pôr fim à ilegalidade!
Assim, ao abrigo do direito de petição previsto na Lei nº43/90, de 10 de Agosto, os abaixo-assinados solicitam:

Para um posto de trabalho permanente
Um vínculo de trabalho efectivo!


(Clica na imagem e assina a petição on line)

segunda-feira, 29 de março de 2010

Manifestação Nacional de Jovens Trabalhadores


A vontade, força e determinação da juventude trabalhadora, ficou uma vez mais vincada na passada sexta-feira, na manifestação nacional de jovens trabalhadores. Comemorando o Dia Nacional da Juventude – 28 de Março – os jovens saíram à rua reivindicando melhores condições laborais, exigindo o combate aos baixos salários, ao desemprego e ao trabalho precário. A luta continua!

quinta-feira, 25 de março de 2010

sexta-feira, 19 de março de 2010

terça-feira, 16 de março de 2010

Ecos da Imprensa

Para quem ainda não percebeu para onde vão os prémios de desempenho. Para quem ainda não compreendeu para onde vai o nosso dinheiro. Para quem ainda tem dúvidas.

Consultem aqui

quinta-feira, 4 de março de 2010

GREVE NACIONAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 4 de MARÇO de 2010

Com uma adesão global que superou os 75 por cento na Administração Local (dados disponíveis em www.stal.pt e www.drstalevora.blogspot.com), a Greve convocada pela Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública constituiu uma poderosa demonstração da capacidade de luta dos trabalhadores e do descontentamento crescente face às políticas de direita levadas a cabo pelo Governo PS de Sócrates.


O STAL saúda a determinação e a unidade de milhares de trabalhadores de todo o sector nas autarquias, bombeiros, escolas, empresas municipais e privadas - que de forma abnegada contribuíram para o êxito desta greve, pesem embora as difíceis condições financeiras que atravessamos e, nalguns casos, as pressões inadmissíveis que muitos autarcas e chefias teimam em manter sobre os trabalhadores.
A greve fez-se sentir um pouco por todo o País, teve uma forte incidência na recolha de resíduos sólidos, nos sectores operários, auxiliar, técnicos e administrativos, o que levou ao encerramento de inúmeros serviços e secções das autarquias locais, particularmente de atendimento ao público, bem como juntas de freguesia. Também as empresas municipais e privadas que operam no sector foram fortemente afectadas.
No distrito de Évora, os dados de adesão à Greve dos trabalhadores da Administração Local, confirmam que esta constituiu a maior greve dos últimos anos, com uma forte adesão dos trabalhadores do sector e uma forte consciência da necessidade de defesa dos seus interesses de classe. Verificou-se assim, o encerramento de muitos Edifícios dos Paços do Concelho, secções de Recolha de Lixo, Estaleiros, Bibliotecas, Escolas, Refeitórios, Mercados, Piscinas, Juntas de Freguesia e outras instalações municipais. Neste dia, não houve recolha de lixo na maior parte dos concelhos (8 dos 14 Municípios do distrito), 47 estabelecimentos escolares (do pré-escolar ao 3º Ciclo) não tiveram aulas, dezenas de escolas abertas sem refeições e sem pessoal auxiliar.

Ver comunicado completo e dados de adesão do distrito de Évora aqui